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Certificado chancela superioridade genética de animais

Conexão Delta G vem direcionando seleção para exemplares equilibrados e adaptados ao ambiente

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A superioridade de um animal garante bons resultados genéticos aos criadores brasileiros. Esta excelência pode ser medida por diversas ferramentas. Uma delas é o Certificado Especial de Identificação e Produção (Ceip), documento chancelado pelo Ministério da Agricultura para exemplares avaliados geneticamente e inscritos em programas de melhoramento genético registrados no órgão, e que obtenham classificação superior dentro do grupo de animais submetidos à avaliação genética. 

A Conexão Delta G vem trabalhando de forma a direcionar a seleção para animais altamente produtivos à pasto, equilibrados, funcionais, férteis e adaptados ao ambiente de produção. É também usando esses critérios que os touros jovens candidatos a teste de progênie são selecionados dentro do programa. "Dentro dos 20% que recebem efetivamente o Ceip, apenas 1% dos melhores são indicados ao teste de progênie, passando ainda por um crivo fenotípico e de acasalamentos dirigidos", destaca o presidente do Conselho Técnico da Conexão Delta G, Bernardo Pötter.

O Ceip é emitido para 20% dos animais, tanto machos quanto fêmeas, superiores de cada safra, podendo atingir o máximo de 30%, desde que justificado tecnicamente com base na tendência genética da população em questão e desde que não exceda 0,5% ao ano. Os critérios para emissão são rigorosos e os animais devem cumprir uma série de requisitos como as DEPs balanceadas, ausência de defeitos físicos, caracterização racial, pigmentação total, entre outros atributos.

Pötter explica que não basta apenas o animal ser superior geneticamente, mas tem que ser também equilibrado, não adiantando ter DEPs elevadas para algumas características e muito baixas para outras. Observa que além de boa avaliação genética para características produtivas, o animal precisa estar dentro dos padrões da raça, ser funcional, não ter nenhum defeito físico, nem falha de pigmentação ocular e nem prepúcio muito longo, assim como ser fértil e precoce, não podendo ser fruto de uma estação de monta maior do que 90 dias, nem ser filho de vaca falhada. "É fundamental o criador procurar por aqueles animais que possuem o Ceip na hora da compra de touros", observa. 

O especialista lembra que os animais avaliados pela Conexão Delta G e certificados pelo Ceip são facilmente identificáveis, pois todos os touros portadores da distinção recebem uma marca “Delta” na paleta. "O Ceip assegura a procedência, a produtividade e o potencial genético do animal", salienta.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Marca Aurora atinge a 10ª posição no Ranking Kantar Brand Footprint Brasil

A marca reafirma seu compromisso com a qualidade e a satisfação de seus clientes e consumidores, em uma posição de destaque dentre as líderes no segmento de alimentos no Brasil.

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Foto e texto: Assessoria

A marca Aurora, pertencente à Cooperativa Central Aurora Alimentos (Aurora Coop), continua a se destacar no mercado consumidor brasileiro, alcançando a 10ª posição no mais recente Ranking Kantar Brand Footprint 2024. Este é um marco significativo, refletindo o crescimento contínuo e consistente da marca em penetração e frequência de consumo nos lares brasileiros ao longo dos últimos anos.

Nos últimos quatro anos, a Aurora ganhou mais de 20 posições no ranking, demonstrando um avanço constante. Em 2020 a marca estava na 33º posição e, em 2021, já figurou entre as 20 mais escolhidas pelos consumidores brasileiros. Agora, em 2024, Aurora ingressa pela primeira vez no Top 10, uma conquista que evidencia seu fortalecimento e expansão.

“Essa ascensão no ranking confirma a aceitação da marca Aurora pelos consumidores, tornando-a mais presente e próxima, com produtos para os diversos momentos de consumo do dia a dia dos brasileiros”, afirma o diretor de mercado e consumo da Aurora Coop Ricardo Chueiri.

O resultado é fruto de um trabalho tenaz desenvolvido nos últimos anos, como a ampliação de investimentos em propaganda, reforçando a qualidade e a variedade dos produtos, a expansão do portfólio com novos lançamentos, além de investimentos no aumento da capacidade produtiva, capacitação de colaboradores e a ampliação da sua distribuição geográfica.

A marca reafirma seu compromisso com a qualidade e a satisfação de seus clientes e consumidores, em uma posição de destaque dentre as líderes no segmento de alimentos no Brasil.

O relatório Kantar Brand Footprint é uma análise abrangente do desempenho das marcas de consumo em todo o mundo. Ele mensura os resultados utilizando o índice CRP (Consumer Reach Points), que combina a quantidade de lares que compram uma marca (penetração) com a frequência de compras durante o ano. Esse índice oferece uma visão detalhada sobre quantas vezes uma marca é escolhida pelos consumidores, refletindo sua popularidade e presença no mercado. O relatório é uma ferramenta crucial para entender tendências de consumo e o comportamento dos consumidores.

 

Fonte: Assessoria
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Estudo encontra 100% de resistência bacteriana para formaldeído e 50% para amônia quaternária

Em uma ampla avaliação realizada com amostras de campo, foi evidenciado a alta prevalência de APEC resistentes aos antimicrobianos e aos desinfetantes

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Arquivo / OP Rural - shutterstock

Artigo escrito por Gleidson Salles, Médico-veterinário, gerente de produto da Zoetis, e Giulia Pilati, pesquisadora pós-graduanda da Universidade Federal de Santa Cararina*

A colibacilose aviária, uma doença naturalmente oportunista com manifestação local ou sistêmica, é causada pela Escherichia coli patogênica aviária (APEC). A doença está distribuída em todo o mundo e tem um grande impacto econômico, especialmente na indústria de frangos de corte, devido à mortalidade, morbidade, falta de uniformidade no rebanho, redução da produção e aumento da condenação no abate.

O agente é responsável por causar diversas condições clínicas em aves, como aerossaculite, celulite, coligranuloma, colisepticemia, pericardite, peritonite, pleuropneumonia, pneumonia, onfalite, salpingite, síndrome da cabeça inchada (LM), panoftalmia, osteomielite e sinovite.

Os antimicrobianos mais comumente usados no tratamento da colibacilose aviária são β-lactâmicos (penicilinas, cefalosporinas), fluorquinolonas, lincosamidas, macrolídeos, quinolonas, sulfonamidas e tetraciclinas. Atualmente, muitos dos antimicrobianos utilizados na produção avícola também são utilizados na medicina humana. Isto levantou preocupações sobre a potencial transferência de genes de resistência a antibióticos entre animais e humanos.

Além de serem utilizados no tratamento e profilaxia de infecções humanas e animais, os antibióticos são amplamente utilizados como agentes metafiláticos e promotores de crescimento na produção animal. Tais práticas, no entanto, aumentam a pressão seletiva e podem favorecer o desenvolvimento de resistência antimicrobiana.

O desenvolvimento da resistência antimicrobiana é um processo complexo. A resistência pode ser classificada como inerente ou adquirida. A resistência inerente é a capacidade natural de algumas bactérias de resistir a certos antibióticos devido a propriedades intrínsecas, como a estrutura da parede celular ou vias metabólicas. A resistência adquirida, por outro lado, é o resultado de alterações genéticas nas bactérias, como mutações ou transferência de genes de resistência de outras bactérias.

Nesse contexto, realizamos um estudo que avaliou 100 lotes de carcaças de frango ( Gallus gallus domesticus ), coletados no Brasil, com o objetivo de investigar o genoma completo de isolados de Escherichia coli patogênica aviária (APEC) de fêmures de frangos de corte brasileiros ( Gallus gallus domesticus ), a fim de investigar a presença de genes de resistência antimicrobiana associados a bacteriófagos.

Um total de 63 isolados característicos de Escherichia coli foram obtidos de fêmures. Todos os isolados foram confirmados como Escherichia coli por meio de sequenciamento. Dos 63 isolados, 58 (92%) tinham entre 3 e 5 dos genes considerados preditores mínimos e poderiam ser caracterizados como Escherichia coli patogênica aviária (APEC). Destes, 40 (63,4%) apresentaram os cinco genes, outros 14 (22,2%) apresentaram quatro genes. Quatro deles (6,3%) apresentaram três genes e outros quatro, (6,3%) apresentaram entre um gene e dois genes.

Na figura 1 é possível avaliar os perfis de resistência de diferentes classes de antimicrobianos e desinfetantes frente as APEC’s encontradas no estudo. A presença ou ausência de genes de resistência a antibióticos e desinfetantes foi avaliada em isolados de E. coli submetidos para sequenciamento. Cada linha no conjunto de dados corresponde a uma amostra única, enquanto as colunas representam os genes de resistência identificados e os antibióticos ou classes de antibióticos correspondentes.

Neste estudo, genes de resistência previstos contra β-lactâmicos foram encontrados em 63,49% dos isolados contendo um ou mais genes. 49,2% dos isolados abrigavam pelo menos um gene de resistência à tetraciclina. Um dos aminoglicosídeos mais comumente utilizados na medicina veterinária é a gentamicina. No presente estudo, 78,1% dos isolados APEC abrigavam um ou mais genes de resistência aos aminoglicosídeos. 74,6% dos isolados continham genes de resistência previstos contra sulfonamidas.

Além das classes dos antimicrobianos, foram avaliados alguns desinfetantes comumente utilizados na avicultura, como é o caso do formaldeído e amônia quaternária, onde 100% das amostras com presença de APEC’s apresentaram resistência para formol e 50% para amônia quaternária, evidenciando a capacidade das APEC’s resistirem ao uso desses produtos.

Esses resultados evidenciam uma alarmante situação quando olhamos para os perfis de resistência antimicrobiana e aos desinfetantes. Novas abordagens se fazem necessárias para prevenção de colibacilose aviária.

O estudo na integra pode ser solicitado ao autor: gleidson.sales@zoetis.com

Fonte: Assessorio com autores
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Período seco à vista: saiba como aumentar a imunidade e o desempenho dos bovinos com a suplementação adequada 

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Divulgação Pearson - Unsplash
  • Durante o período seco, a redução de pasto verde pode diminuir a ingestão de nutrientes essenciais pelos bovinos
  • Investir no cuidado da saúde dos animais melhora a produtividade, a qualidade da carne e do leite

O outono traz consigo tempo período seco, com poucas chuvas, no Centro-Sul. Essas condições afetam o pasto e, consequentemente, interferem na nutrição dos animais que, se não bem suplementados, perdem peso. “Menos pasto verde à disposição diminui a ingestão de nutrientes essenciais pelos bovinos. Para enfrentar esse desafio, os produtores devem fornecer concentrados energéticos proteicos e complementação vitamínica nas dietas”, explica o médico-veterinário Thales Vechiato, gerente de produtos para grandes animais da Pearson Saúde Animal.

“Atenção à nutrição adequada dos bovinos é fundamental em todas as fases, desde a criação até a lactação ou o abate. Além de afetar o ganho de peso e a produção de leite, a deficiência nutricional afeta a fertilidade e a regularização do ciclo reprodutivo”, complementa Vechiato.

O especialista da Pearson ressalta que investir no cuidado da saúde dos animais, além de aumentar a produtividade, melhora a qualidade da carne e do leite. “Para enfrentar esses desafios, uma solução eficaz é o uso de suplementos que aumentam a imunidade dos animais e melhoram o aproveitamento dos nutrientes.” Um exemplo é Aminofort, da Pearson Saúde Animal, suplemento composto por hidrolisado de órgãos e glândulas, cinco aminoácidos sintéticos essenciais, três vitaminas e sete sais minerais. Ele proporciona melhor aproveitamento dos nutrientes, auxiliando a fertilidade, a regularização do cio, o crescimento e a produção de leite, além de potencializar a imunidade do gado. “Um produto que vai com tudo.”

“A utilização de suplementos, como Aminofort, é uma medida preventiva para enfrentar o período seco, garantindo a saúde e a produtividade do rebanho. O investimento agora evita gastos superiores nos próximos meses”, ressalta Thales. Vechiato.

Fonte: Ass. de Imprensa
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